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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Amarrei-me nas tuas palavras, no teu coração, no teu toque, no teu olhar, na tua voz, no teu lado normal e no 'anormal', nas saudades de te tocar, no teu sentido de humor, no sorriso sem fim, no teu perfume inconfundível, na vontade de me deitar a teu lado, na palavra que mais te digo 'amo-te'.
O começo iniciou-se sem preconceito, sem dúvida, sem um "e se..". Agora desenvolve-se, sem sequer se conhecer o fim, sem saber como irá acabar e quando. Fazes-me crescer, fazes-me sorrir mesmo sem vontade, fazes-me caminhar todos os dias para poder sentir-te nem que por uns minutos, fazes-me bem.
 E se queres que te diga, não tenho medo de não te ver durante uns dias, tenho medo sim que um dia digas que nunca mais me queres ver, isso sim, faz-me tremelicar por dentro, faz-me bater cada vez mais forte, mas eu sei, que esse dia não chega do nada, porque só quando o mundo acabar me vou puder despedir de ti, afinal, o meu mundo és tu. O mundo dá voltas e voltas, e és tu, pelo simples (grande) facto de sermos um, que me dás a volta à cabeça. .
E sei que quem me disse "se tens oportunidade de amá-lo, ama-o como se não houvesse amanhã", sabe que o que sentimos não é ligeiro e sabe que o fim, está longe de se alcançar. És tu a razão de eu estar assim, és tu e só tu quem eu quero neste momento, porque o hoje é o importante, o amanhã ninguém o sabe, mas eu sinto-o.

Amo-te

quarta-feira, 2 de novembro de 2011




Sei que tudo isto não evoluiu apenas com sorrisos de ambas as partes, sei que nem sempre tudo foi fácil, sei que nem sempre tomei as melhores atitudes e que nem sempre disse as coisas que querias ouvir. Mas sei mais, que embora todos os defeitos, embora todas as dificuldades, embora todas as discussões de minutos, que nunca deixaste de me amar, que tu nunca deixaste de acreditar em mim, que tu, essencialmente, não deixaste de me apoiar. É a ti que posso chamar de Romeu, porque eu considero-me a Julieta. Sabes aquela típica história que todos consideram como apaixonante e única? É a nossa, mas desta vez real. São segundos que passam e minutos que conto, são dias que vivo e um mês que passou, foi tudo tão rápido e tão único que terei o prazer de reviver tudo novamente, e acredita, tudo o que digo tem sentido, tudo o que faço possui a mesma importância, mas a única coisa em que deves acreditar é no que sinto, porque quando digo que és único, é porque és. Quando digo que tudo isto é perfeito, é porque é. Quando digo que te amo, é porque o sinto, e quando o digo é tão sentido, que sei que te arrepia sempre por dentro. Quando me dás a mão, quando me abraças, quando me tocas, quando me dizes ao ouvido que também me amas, a confiança é tanta, o amor é tanto, que só me apetece ficar assim até a eternidade.


AMO-TE

domingo, 16 de outubro de 2011



Vem, não fiques preso ao passado, vem e dá-me a mão, prometo dar-te um presente que mais tarde relembrarás como o melhor passado. Vem, o caminho é dos dois, o futuro é nosso, o amanhã é só um dia de muitos. Não fiques sozinho no teu canto, arranja espaço para mim e embala-me com a tua voz, arrepia-me o interior e aquece-me o coração. Aperta-me e proclama as melhores palavras que consigas, faz de mim a princesa, que eu farei de ti o príncipe. Vem, deita-te a meu lado e conta comigo as estrelas que o seu esboça, não tenhas medo de chegar atrasado aos teus sonhos, não tenhas medo de perturbar a rotina, vem comigo e prometo que os teus atrasos não terão importância. Oferece-me a tua mão, entrelaça-a na minha e anda assim comigo sem limites. Salta comigo o rio e não tenhas medo de cair dentro de água, prometo ser a tua bóia de salvação. Recheia um cozinhado de amor e vem comigo espalhar pétalas de rosa pela sala, acende uma vela e senta-te à minha frente. Vem comigo construir a nossa cabana e prometo beijar-te ao deitar e ao acordar. Vem comigo, prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te em todos os dias da nossa vida. Vem comigo, e eu terei sempre uma expressão na ponta da língua "Amo-te". Foge comigo para marte, porque juntos sobreviveremos onde a vida é impossível.

Amo-te

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Pior que morrer sem se estar à espera, é viver com vontade de morrer. 


Faz bem deitar para fora, o que dentro nos torna incapazes de respirar. Mas bem, respira bem fundo, mesmo bem fundo, e espira. Não te sentes bem melhor? Eu sei que sim, quando o sentimento vem do fundo, bem do fundo, sabes que é mais intenso, e quando sai para fora, sentes-te melhor, porque deste de ti, o que melhor tinhas.
Mas os mais peritos nisto, é que sabem falar de verdade, só dou o que sinto, só falo do que sinto, só amo, porque o sinto. Por isso é que te amo, por isso é que a cada dia que passa tenho mais a certeza de que te quero na minha vida, mas eu sei que não me estás a ouvir, e nunca saberás o que sinto por ti, parece um sentimento que não vês, só sentes o "amo-te" que te digo todos os dias à quase um ano para trás. Ainda bem que me fizeste acreditar que te faço falta. Continua a viver em mim, eu prometo nunca morrer em ti, só morreria por ti.

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Tudo nos diz que o infinito é inalcançável, mas contigo, vou muito para além do que se pode imaginar possível. Levas-me ao mínimo, e elevas-me ao máximo. Estás definitivamente na firmeza do ponto.

Meu querido, hoje estou aqui para te escrever, sentada, escutando as músicas que vão passando no VH1, e neste momento, escrevo-te ao som da paixão de Beyonce. Pode parecer ridículo, mas esta é a única maneira que arranjo para te dizer tudo o que me está penetrando cada vez mais no coração. Não venho aqui com falinhas mansas, nem com jogos de sedução, porque acho que não é isso que necessito para te conquistar, de corpo e alma, acho que o necessário é o amor sentido, mas de qualquer maneira, definitivamente real e sincero. Neste momento estou sem razões para dizer o que sinto e dessa forma, vou deixar suspenso o sentimento que revelarei brevemente, fica à espera, eu sei que és paciente.

Um até já mon amour!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Miss you


Nada colidia com o que eu sentia, os sopros amargos, a pele enrugada, os óculos embaciados, os choques turbulentos, a voz demasiado fora de tom, os lábios secos, a cara pálida, o corpo dorido, a fraqueza no andar.
Olho para trás e vejo que sentimentos destes não passam de saudades tuas, quando estás comigo sei que me manténs firme, fazes-me pronunciar o que de mais maravilhoso existe, fazes-me sorrir como se o amanhã não existisse, sempre foste daqueles de viver cada dia até ao último segundo. Sempre foste daqueles de mostrar que um sorriso é mais que uma palavra, que um olhar é mais que uma palavra, são as coisas mais sinceras e verdadeiras que o ser humano pode ter.

Um até já mon amour!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Esquemas





Fadiga, barriga inchada, dores musculares, cansaço, a síndrome do meu corpo começa a irritar-me literalmente.

Não conjugas com nada do que aqui escrevo, desde que me sussurraste ao ouvido pela primeira vez, me retiraste todos os problemas corporais que tinha, posso dizer que sou livre de doenças. Mas afinal, qual é o baralho do teu jogo, para que cada vez que jogas, brilhas sempre? Ensinas-me esse teu truque infalível?

sábado, 30 de abril de 2011

CAMP


Sim, é verdade: encostei-me a ti e abracei-te sem sequer pensar no que estava a fazer, até porque não havia nenhum motivo para não o fazer. Estávamos nós numa tenda, naquele tão esperado acampamento. Não eras definitivamente, o melhor parceiro de tenda, mas mesmo assim, a tua delicadeza ao deixares tanto espaço livre para mim comoveu-me. Não estavas normal, nem era sequer coisa digna da tua pessoa.
A noite caiu, e passadas tantas horas a falar contigo dentro do nosso “quarto” decidi, passar a noite a olhar para as estrelas e intimidar-me com a sua luz. Mas enquanto isso não parava de pensar, no quanto eras diferente de mim.
Eras um ser desconhecido no meio daquele tão enorme acampamento, mas mesmo assim, eras o que conhecia melhor, por isso mesmo decidi abandonar-te.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cigarette



Separados por simples grades, sentimos o arrefecimento. Os dedos tocam-se e tremem, com o calor gélido. Não é normal, é apenas rotineiro. Pegas um cigarro e matas o teu vício por breves segundos. O fumo paira no ar, e nada do teu ínfimo perfume. Esse cheiro viciante, definitivamente forte continuava formando nuvem em nosso redor.

Largaste o cigarro já "gasto" e pisaste-o de forma "bruta" com o pé, deixando marca.
Esmagaste-o literalmente. Era a fúria que te afligia.
Nem um beijo, nem um abraço, a grade separou de vez as nossas vidas. 
O teu coração batia fortemente, e essa tua respiração ofegante fazia libertar um pequeno sopro enquanto inspiravas e expiravas. Peguei no teu isqueiro e queimei o que ainda me restava de ti, fiz-lo precisamente à tua frente, sem armas nem falsidade, sem medo, apenas com aquele ar de quem te consegue enfrentar, mas foi magnifico fazer-te sentir o sabor da verdadeira vingança e da pura desistência. Fartei de ti. Nem eu fui feita para ti nem tu foste feito para mim, és um autêntico falhado. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011




Dança ao som da melodia do batimento do meu coração, se é assim que queres, gasta de vez os minutos que tens ainda para a saborear. Mostra essa nudez que transportas, apesar de já a termos descobrido.
É bom sentir bem lá no fundo que sempre me enganaste, não é? É bom sentir bem lá no fundo que nunca tiveste coração, não é? É sempre bom! Mas o que ainda é melhor, é sentir que nós, verdadeiras guerreiras, nos vamos rir de todas estas fraudes. Diz adeus ao teu corpo de engano.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

HURTS



Dói! Dói ouvir as tuas palavras, dói sentir a tua respiração, dói a cabeça aflita de tanta falsidade. Dói a consciência. Dói dizer um sim, e custa-me dizer um não. Dói falar de ti, dói ouvir falar de ti. Parei, desisti, e neste momento queixo-me apenas da dor que sinto. Parei, sentei para te olhar do outro lado da minha habitação. Fixei-te, mas desta vez, fixei o teu ar hipócrita e o teu ser pessoa 'fingida'. O que me transmites não passa de uma simples escuridão, de um sentimento do mais obscuro. De uma forma mais simples, transmite-me aquilo a que chamo 'nada'.

domingo, 10 de abril de 2011

Critica e sê feliz!

"Done looking for the critics, cuz they're everywhere"



Criticas? Para quê? Vives afogado por elas, há algo em ti que faz com que isso aconteça.
Criticas os outros por serem criticados, mas afinal o mais criticado nisto tudo és tu. Cansei. Sabes o que isso significa? Fartei de te defender por tudo, afinal quem quis isto assim foste tu, não faço nada que não seja o teu desejo. Foram mil e uma as coisas que fiz por ti, mas afinal foram para quê? Para isto? Passam-me mil e um momentos pela cabeça, rebobina o filme, mas acaba sempre por ter um péssimo final. Mas sabes, para mim vai bastar agora amar-te em segredo, porque sei que assim não precisarei de criticas para ser melhor ou pior, porque desta vez, vou esperar pela minha consciência para me dar as respostas que necessito, acredito nela.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

E é assim (...)

 "(...) gelado e cansado (...) são emoções que dão vida (...)"



E é assim, que esse teu ar obliquo me deixa, gelada e cansada. É assim que essa tua frescura de Inverso me deixa, gelada e cansada. É assim que esse teu ar de guerreiro me deixa, gelada e cansada. 
É assim, que esse teu sopro abafado me deixa, quente.
Não, não foi assim que me abriste a porta, não foi assim que me deixaste entrar. Eras mais "reles" de coração, mais "gasto" de palavras, mais "normal".
Foi sim, essa tua normalidade de adolescente (que aparentou ser igual aos da tua idade), que me abriu a porta, esse teu querer de me "querer" para amachucar e deitar fora, hábito esse que todos tinham. Mas como tudo, algo me surpreendeu, essa tua normalidade passou a "nada", mudou de um clic para outro. Digo eu, abençoado seja esse clic repentino, fez com que te tornasses o doce mais invulgar daquela doçaria. 
Acredita que há coisas que mudam, mas a melhor mudança é quando alguém te mostra o seu verdadeiro lado
Passaste de normal a invulgar. Passaste de um simples tu para um grande EU. A vulgaridade fascina, e à que deixar ser-se fascinado por ela.
Não, não foi assim que tudo acabou, foi assim que tudo se revelou.

sábado, 2 de abril de 2011

Voltas e voltas!


E uma asa, voa a cada beijo teu (...) e eu não sei quem te perdeu .


Vives em mim, tal como eu vivo em ti. Chamo-me mundo, tenho vários lados e farto-me de andar à roda, sem encontrar uma rota certa. Tu, tal como pessoa que vive em mim, fazes-me cair e desmoronar. Um dia parei, o vento que me fazia rodar deixou de soprar e deixei ir a baixo todos os clones que me seguiam. Foste o clone mestre, como não poderia deixar de ser. Eu, chorei, inundei tudo a meu redor, e deixei que te afogasses. 

Sim, o mundo dá voltas e voltas, mas por vezes pára. Não somos nós, os clones, que somos definitivamente culpados, mas deixemos o caso para os mestres, porque nós como aprendizes temos de aceitar e parar com ele.

É puro !


O mais puro sentimento uniu-nos por momentos. Falo de um choque forte e sentimentalista. O ar quente separava os nossos corpos por breves segundos, nem meras palavras poderão vir a descrever o sentido de tudo aquilo. Por breves instantes os corpos moveram-se e chocaram, falo de um choque esplêndido e indescritível. Nada durou eternamente, uma vez que o toque envergonhado destes dois corpos celestes, durou e manteve-se por meros instantes.

Á medida que o tempo avançava a vontade de permanecer ali, era sem dúvida indescritível e inalcançável. Mas como todas as coisas, esta teve um fim, apesar de ter um simples fim de momento, mas não falarei de um fim memorial.
Um simples acenar de mãos e um simples movimentar dos lábios, fez com que o momento assim acabasse, foi a despedida, e até uma próxima!